Um Conto, Um Ponto #15: A Garra do Macaco, de William W. Jacobs

fevereiro 16, 2014

Contos Fantásticos (Biblioteca de Verão JN 2011, #15)
Título: A Garra do Macaco
Título Original: The Monkey's Paw
Autora: William W. Jacobs
Editora: Rosto Editora, Lda.
Ano de Publicação: 2011
Número de Páginas: 18

Um conto assustador de como os desejos de um homem são tragicamente concretizados por um talismã exótico e amaldiçoado, criando destruição no que antes era uma família feliz.

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Este conto foi o que mais gostei deste pequeno livro. Tem uma história bastante interessante, com umas reviravoltas bem construídas. O final, em si, é fantástico. A conhecida frase "tem cuidado com o que desejas" torna-se nesta narrativa bastante real e quase que tememos pelas decisões que as personagens tomam, pois as consequências são sempre de recear.

Pouco mais tenho a dizer sobre este conto; é uma boa história, e uma excelente introdução ao trabalho do escritor William Jacobs, que desconhecia. Recomendo!

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.