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março 20, 2014


Releituras

Tens o hábito de reler livros? Ou já o fizeste no passado?

Sim, agora não tanto como antigamente, mas releio livros. Quando era mais nova fazia-o mais frequentemente, pois a selecção de livros era mais limitada, mas é um hábito que mantenho. Há livros que me são muito queridos e dos quais sinto verdadeiramente saudades, e acabo por os reler, como é o caso dos livros da Juliet Marillier. De tempos a tempos volto a pegar-lhes, para me perder novamente nos seus mundos. Ou então O Retrato de Dorian Gray... por vezes releio apenas porque sei que gostei do livro, mas não me lembro da história. Tenho alguns na estante nesta condição, mas para já, releituras, só mesmo a Juliet está programada =)

E vocês, têm este hábito?

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2 comentários

  1. Olá,

    Não tenho tempo é pena, mas a única forma que consigo é guarda-los para um dia poder reler (dou alguns mesmo que tenha gostado, mas basta-me apenas uma leitura) e são tantos mas tantos que gostava de reler, mas pronto por outro lado é sinal que tenho muita coisa para ler :D

    Bjs

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    Respostas
    1. Olá Fiacha,

      Mesmo tendo outros para ler, de vez em quando não consigo resistir a revisitar alguns :)

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.