World Wide Livro #6: Livros Preferidos de Alguns Famosos

março 01, 2014

O título é bastante esclarecedor, portanto, sem mais demoras, deixo-vos aqui algumas das escolhas literárias dos famosos que povoam o mundo.

Wayne Rooney

Simon Cowell

Robert Green

John Travolta

Natalie Portman

Donald Trump

Danny Wallace

Owen Wilson

Daniel Radcliffe

José Mourinho
A Bíblia

Kate Moss

Tom Hanks

Megan Fox

Sir Alex Ferguson

Matt Damon

Mel Gibson

Pierce Brosnan

Jim Carrey

Noel Edmonds

Anne Hathaway

Alguma surpresa nas escolhas de alguns famosos?

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5 comentários

  1. Boas escolhas:) Das referidas gosto especialmente da escolha de Mel Gibson, Wayne Rooney e Jim Carrey. Alguns também estão na minha tbr. Faz sentido o Daniel Radcliffe gostar do Bulgakov visto que fez recentemente uma série baseada num dos livros dele:) Beijos

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    1. O Rooney é um dos meus jogadores favoritos, e achei tão fofinho ele adorar HP :P

      Beijinhos

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  2. Viva,

    Assim de repente só li O Crime e Castigo e Margarida e o Mestre, mas tenho outros por ler, como A Sangue Frio e As Vinhas da Ira...e li o Potter, ups :D

    Mensagem interessante, ai o Mourinho heheeh

    Bjs e boas leituras

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    1. Hehehehe o Mourinho acho que é mais para não admitir que não leu nenhum livro a vida toda xD

      Beijinhos

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  3. lol

    Bem visto eheheh e li o 1984 dah

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.