A Ler: 666 - O Limiar do Inferno, de Jay Anson - Sinopse

abril 21, 2014

A Ler
Título: 666 - O Limiar do Inferno
Título Original: 666
Autor: Jay Anson
Editora: Círculo do Livro
Ano de Publicação: 1986
Número de Páginas: 253

666 - No Limiar do Inferno, revela o universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa sólida mansão vitoriana, situada na Bremerton Road, 666. Com uma atmosfera densa, repleta de surpresas sombrias, Jay Anson criou uma obra irresistível para os fãs do género e para todos aqueles que acreditam haver "mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia".
O casal Keith e Jennifer volta para casa após umas curtas férias e, atrás de seu quintal, percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos inicia-se.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.