A Ler: Frankenstein, de Mary Shelley

abril 09, 2014

Frankenstein
Título: Frankenstein
Autora: Mary Shelley
Editora: Penguin Books
Ano de Publicação: 1994
Número de Páginas: 215

Mary Shelley's Frankenstein blends Gothic horror and romance in a story that is both world-famous and increasingly relevant.

Frankenstein is a young, idealistic student of natural philosophy who, finding the secret of giving life to matter, creates a living being. The monstrous creation, thugh tender-hearted and gentle in nature, inspires fear in those who meet him and must hide away from society.
Increasingly lonely and isolated, the monster becomes embittered and cruel, taking a hideous revenge on his creator. In a dramatic denouement in which Frankenstein pursues his creation to the Arctic in order to destroy him, Mary Shelley reveals the terrifying consequences of playing God.

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2 comentários

  1. Ois,

    Ena, vamos ver como corre, mas é muito famoso, espero que gostes :D

    Jokas

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.