Book Blogger Hop #7

abril 30, 2014


Tens um horário para ler e outro para te dedicares ao blogue? Ou acontece espontaneamente?

Para o blogue, uso uma ferramenta muito útil, onde mantenho todos os posts marcados para não me perder nas rubricas do blogue. Nem sei como se chama, mas sei que já não funciono sem ela! Assim posso preparar posts com antecedência, como é o caso deste, e estar descansada. Quanto a horários, no blogue, normalmente é de manhã que faço alguma coisa. Muito raramente de tarde, e uma vez ou outra à noite, quando tenho alguma coisa atrasada. No início de cada vez faço o plano das rubricas, sinopses, etc.


Aqui fica o aspecto daquela que é uma das minhas melhores amigas!
Para ler... claro que não! Leio sempre que posso e quero. Quando vou ao café, enquanto faço o jantar, quando vou à casa de banho, quando estou parada no carro (não, não conduzo), quando quero passar o tempo... Basta ter vontade, e qualquer altura é boa.

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4 comentários

  1. Olá Nádia!

    Olha que amiga tão interessante que tu arranjaste :) sem dúvida que só com uma ajuda assim é que é fácil manter tudo isto actualizado e em dia.

    Beijinhos

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    1. Pois é Cristina, senão andava às aranhas xD

      Beijinhos

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  2. Também uso essa aplicação, mas não para programar os posts do blog, é mais para o dia-a-dia. No teu caso, como tens imensas rubricas, acaba por ser uma enorme ajuda :)

    Beijinhos

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    1. Olá Denise!

      É verdade, instalei-a precisamente por causa das rubricas, para ter tudo controlado :) Depois acabei por apontar tudo...

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.