Li até à Pág.100 #61

abril 22, 2014

- O Portão do Harém -

Primeira frase da página 100:
"«Não foi isso que o ulema disse quando destruíram o vosso observatório.»"

Do que se trata o livro?
Tanto quanto eu pude perceber até agora, de uma vida num harém. Eu sei que parece um pouco óbvio, mas há um paralelismo na actualidade, que ainda não tenho bem a certeza onde vai dar... E há algo com uma rapariga no harém, Celia, que ainda se está por descobrir. Assim como vários outros mistérios.

O que está achando até agora?
Como deu para perceber pelo que escrevi anteriormente... não estou a perceber nada! Mas estou a gostar muito, mesmo assim. É uma escrita muito bonita, e a forma como as situações se sucedem, deixando-nos antever conclusões algo deliciosas.

O que está achando da protagonista?
Novamente, ainda não percebi quem é a protagonista, se é Elizabeth da actualidade, se Celia da antiguidade, ou qualquer outra pessoa! Mas para já estou a gostar de todas as personagens, apesar de Elizabeth ser ligeiramente mais fraca.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Sim, estou muito curiosa para saber o rumo da história.

Última frase da página:
"É muito semelhante a um astrolábio, mas [dobrado em quartos.]"

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.