A Ler: The Last Priestess, de Elizabeth Baxter - Sinopse [ARC]

maio 01, 2014

The Last Priestess (The Songmaker #1)
Título: The Last Priestess
Série: The Songmaker #1
Autora: Elizabeth Baxter
Editora: Creatspace
Ano de Publicação: 2013
Número de Páginas: 214

There is a name that is uttered only in whispers. The Songmaker. A ruthless rebel mage, he is bringing civil war to the once-peaceful kingdom of Amaury, enveloping all in a tide of violence. For Maegwin, a tormented priestess, the path forward lies in forgiving her temple's enemies—but she dreams only of revenge. For Rovann, a loyal mage haunted by his failures, salvation might be found in the unthinkable: defying the very king he swore to protect. If they are to succeed they must form an unlikely alliance. For someone must stand against the Songmaker. Someone must save Amaury from his dark designs. But first, they’ll have to learn to trust each other.

And so a magical fantasy of darkness and redemption begins.

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2 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.