Book Blogger Hop #8

maio 14, 2014


Qual é a tua rubrica semanal preferida?

Eu não tenho propriamente uma favorita, principalmente de entre as que estão no Eu e o Bam. Gosto delas, umas mais do que outras, mas daí a conseguir apontar uma e dizer que é a que eu mais gosto, já não consigo.
Gosto muito da rubrica Monday Madness, por causa dos seus pequenos exercícios de escrita, ou do Top Ten Tuesday por causa das suas listas, e do Book Blogger Hop, que me faz falar muito ou pouco sobre determinado assunto. Li até à Pág.100, Teaser Tuesday, WWL e Um Conto, Um Ponto são também rubricas que me dão um gozo enorme a escrever.
Será mais fácil responder a esta pergunta ao contrário, quais as rubricas que menos gosto. Aqui tenho de incluir a Booking Through Thursday e a TBR Friday, e eu explico-vos já porquê: a primeira, porque as perguntas que são feitas por vezes parecem-me parvas e demoram muito tempo a serem publicadas (e devo dizer que ao início adorava esta rubrica, mas os constantes atrasos por parte do seu criador fizeram com que eu perdesse grande parte do interesse); a segunda, porque não me permite divagar por aí além, e eu gosto de vos escrever, e escrever...

Fora do Eu e o Bam, acho muita piada à rubrica Harry Potter Moment of the Week, e de momento só me lembro desta. Há uma série de outras rubricas, semanais, mensais ou indefinidas que gosto de ler e seguir, mas não me consigo recordar dos nomes ao certo, apenas posso adiantar que são todos portugueses.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.