TBR Friday #7

maio 02, 2014


Um Cântico de Natal
Um Cântico de Natal, de Charles Dickens

Com esta narrativa, Dickens inventou o moderno espírito natalício e ofereceu-nos uma das mais inspiradoras e recriadas histórias de sempre. As suas personagens, Scrooge, o pequeno Tim e os Três Fantasmas do Natal (Passado, Presente e Futuro), são nos dias de hoje ícones do verdadeiro significado do Natal.

Fanny Hill
Fanny Hill, de John Cleveland

Após a morte dos seus pais, aos 15 anos, Fanny muda-se da sua pequena aldeia para Londres, onde, enganada, acaba a viver num bordel. A rapariga passa por várias peripécias até conhecer Charles, um rapaz nobre, jovem e belo, que a retira do bordel e com quem Fanny vai viver um romance tórrido. Mas Charles vai desaparecer subitamente, deixando Fanny grávida e de novo entregue à sua sorte. Exemplo perfeito de uma novela erótica, Fanny Hill revela um fino estilo literário, assim como uma grande delicadeza na narração das situações mais escabrosas.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.