Os Melhores de... Maio

junho 01, 2014


Esta rubrica quase não via a luz do dia, pois apenas consegui ler dois livros no mês passado. No entanto, agora com uma nova rotina não posso esperar conseguir ler tanto como antes, e pensando bem, ler dois livros somente durante as horas de almoço, nem é mau de todo :) Sendo assim, aqui ficam as leituras do mês que passou:

The Last Priestess, de Elizabeth Baxter
Lolita, de Vladimir Nabokov

Gostei de ambas as leituras, dois autores desconhecidos para mim, dois mundos completamente diferentes, duas leituras às quais me foi difícil adaptar, por vários motivos (que serão explicados nas opiniões de cada um). Pouco mais há a dizer, portanto passemos ao melhor, que terá de ser...

Lolita, de Vladimir Nabokov

Apenas porque a nível de tudo o considero muito superior ao The Last Priestess, mas cujo prémio é difícil de atribuir... saberão o porquê na opinião, pela qual ainda terão de esperar :)

Junho já começou, com algumas mudanças, vamos a isto!

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2 comentários

  1. Olá,

    Bem aparecida :)

    Só me incentivas mais a ler o Lolita, mas não tenho mesmo tempo, infelizmente, mas um dia vou ler :)

    Bjs e boas leituras

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    Respostas
    1. Hehehe obrigada migo :)

      Como eu te compreendo! Agora as leituras têm de ser mais estudadas, mas se puderes, ou quando puderes, não deixes de ler. Apesar de ter partes difíceis de ler e engolir... acaba por ser um bom livro.

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.