Um Conto, Um Ponto #21: O Canto da Ninfa, de Carina Portugal

junho 22, 2014

O Canto da Ninfa
Título: O Canto da Ninfa
Autora: Carina Portugal
Editora: -
Ano de Publicação: 2013
Número de Páginas: 9

O encanto e o amor surgem de onde menos se espera, do toque mais simples ao sorriso mais doce. Ilnosianar, um elfo do bosque, só queria dedicar-se à sua meditação, quando alguma coisa o interrompe - uma surpresa que lhe prenderá o coração para sempre e o resgatará da morte.

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Guardei uma série de contos da Carina para ler durante a Viagem (In)Esperada de autores portugueses (sim, ainda de Abril...), e foi uma pequena aventura fantástica que vivi ao lado dos seus escritos. Continuo a afirmar que a Carina é das melhores escritoras que por aí andam, e que é-lhe merecida uma oportunidade de ser maior. Muito maior.
Falando agora de O Canto da Ninfa, mais uma vez  uma história mágica, num ambiente que me é querido, uma bonita e trágica história de amor. Um conto, bem estruturado, que chega ao final e queremos mais, como deve ser. Não há muito a ser dito ou acrescentando; estamos perante uma história apaixonada e apaixonante, breves vislumbres de uma mente brilhante e capaz de criar algo surreal e etéreo.

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4 comentários

  1. Nádia,

    Agradeço muito os teus elogios, até fico sem palavras.
    Espero que continues a ler e a gostar dos meus pequenos contos :)

    Um grande abraço

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    1. Claro que sim! Ainda tenho uma série de contos teus para esta rubrica :)

      Beijinhos e bom fim de semana!

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  2. Ois,

    Bem estás a ficar admiradora da Carina, muito bem a divulgar talentos ;)

    Bjs

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    Respostas
    1. Olá Fiacha,

      Sim, muito admiradora :) Não sei amigo, já leste alguma coisa dela? É que acho que vais gostar. Os ambientes de fantasia são sempre muito bem conseguidos :D

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.