TBR Friday #12

setembro 26, 2014

Factor Tangent
Factor Tangent, de Lawrence Sanders

Factor Tangent é a história de dois homens – Tangent e Anokye – que partilham um destino, e das mulheres que os amam, numa extraordinária história de emoção, intriga e guerra na explosiva África actual!

Tangent: cínico, capaz de resolver impasses (o que significa envolver-se em problemas), ao serviço de uma companhia de petróleo americana, na mais perigosa missão da sua carreira.
Anokye: o brilhante e implacável Napoleão africano que sonha unir e governar um continente cheio de fabulosas riquezas.

Filhos e Amantes, de D.H. Lawrence

Filhos e Amantes é considerado o primeiro retrato moderno de um fenómeno que, graças a Freud, passou a ser facilmente reconhecido como Complexo de Édipo. Nunca um filho tinha tido um amor tão absoluto e incondicional pela sua mãe, identificando-se totalmente com ela na forma de pensar, e ao mesmo tempo um ódio tão grande pelo seu pai como Paul Morel, o protagonista mais novo deste romance. Nunca excepto, talvez, o próprio Lawrence. Revestido de um carácter autobiográfico, e dotado de uma profundidade psicológica nunca antes vista, Filhos e Amantes reproduz as divergências, os conflitos e as crises conjugais por que passaram os pais de Lawrence – um mineiro e uma mulher de grandes ambições –, retratando uma família que sofre os efeitos de um casamento disfuncional, e as consequentes repercussões no crescimento e desenvolvimento dos filhos.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.