Especial Halloween 2014: Livros & Filmes [Dia 1]

outubro 24, 2014

Para celebrar o Dia das Bruxas este ano, de hoje até dia 31 vou deixar-vos diariamente uma sugestão de um livro adaptado para o cinema. Espero que gostem e digam-me se vão aproveitar alguma sugestão ou, já conhecendo, quais as vossas opiniões.

Entrevista com o Vampiro

Entrevista Com O Vampiro (Crónicas dos Vampiros #1)

Obra já clássica no seu género, Entrevista com o Vampiro é o primeiro volume da saga «Crónicas dos Vampiros» e granjeou o estatuto de livro de culto, comparável a Drácula de Bram Stoker.
Das plantações oitocentistas do Luisiana aos becos sombrios e cenários sumptuosos de Paris, do Novo Mundo à Velha Europa, Claudia e Louis fogem de Lestat, o seu criador e companheiro imortal. E o cruel vampiro que tirara partido do desespero de Louis e da fragilidade da órfã Claudia, no bairro francês da Nova Orleães assolada pela peste, move-lhes uma perseguição sem tréguas no submundo parisiense, entre a trupe Théâtre des Vampires do misterioso Armand e criaturas das trevas.

Sim, as legendas estão terríveis, mas penso que dá para perceber.

Em relação ao livro, já o li e quero muito reler, gostei bastante e tenciono ler estas crónicas do princípio ao fim, e o mais breve possível. Quanto ao filme... é dos meus filmes favoritos de sempre, e já perdi a conta ao número de vezes que o vi. Tudo para mim é perfeito neste filme, e apesar de não gostar do Tom Cruise enquanto actor, não há Lestat mais perfeito do que o seu. A caracterização das personagens é perfeita, a banda sonora é perfeita, é tudo... perfeito. De todos os filmes que envolvem vampiros que eu vi, este é sem dúvida o melhor de sempre, a minha referência.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.