Especial Halloween 2014: Livros & Filmes [Dia 2]

outubro 25, 2014

Para celebrar o Dia das Bruxas este ano, até dia 31 vou deixar-vos diariamente uma sugestão de um livro adaptado para o cinema. Espero que gostem e digam-me se vão aproveitar alguma sugestão ou, já conhecendo, quais as vossas opiniões.

Drácula

Drácula

Drácula é um dos melhores clássicos de terror de sempre. Bram Stoker maravilha com a sua descrição dos lugares e dos pontos de vista de cada uma das personagens. O livro está estruturado na forma de vários diários escritos pelos protagonistas (à excepção do próprio Drácula), oferecendo uma perspectiva única da experiência individual.


Já li o livro e adorei, quanto ao filme, confesso que nunca vi, nem este nem nenhum. Sim, é verdade, nunca vi nenhum filme baseado no livro de Bram Stoker, pois todos aborreceram-me. Talvez seja este ano que vá dar uma oportunidade a esta versão, uma das mais mediáticas e conhecidas.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.