Top Ten Tuesday #27

outubro 07, 2014

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10 livros que me custaram a ler

Este TTT é da semana passada, pois não gostei do tema desta semana. É tão simples quanto isso...

1. Lolita, de Vladimir Nabokov. Tal como vos falei quando comentei o livro (aqui), não é uma leitura fácil, e apanhou uma altura de grandes mudanças na minha vida, o que não simplificou em nada a leitura.

2. Onze Minutos, de Paulo Coelho. Já não sei porquê que li este livro, mas li as primeira páginas e acabei por perguntar a uma colega como acabava, para poder fazer um trabalho na escola sobre ele. O que me leva a...

3. Veronika Decide Morrer, de Paulo Coelho. Li (que é como quem diz) este livro há uns aninhos, como projecto para Literatura Portuguesa. As páginas iniciais intrigaram-me, com toda a discussão acerca das várias formas de suicídio. Depois disso... só li o fim, saltando 99% das folhas. Não me orgulho de o ter feito, nem me envergonho, mas desde então Paulo Coelho tornou-se a modos que intragável para mim.

4. A Comenda Secreta, de Maria João Martins Pardal e Ezequiel Passos Marinho. Desde o ano passado que tenho tentado ler este livro, mas não está fácil. A história é tão improvável e irrealista que me incomoda. Será que algum dia vou conseguir acabá-lo?

5. Qualquer história que envolva algum tipo de violência contra animais faz-me impressão. A Índia, de Bram Stoker, ou O Gato Preto, de Edgar Allan Pöe, são histórias que mexem comigo, pelo lado bom e pelo lado mau.

Não me recordo de mais nenhum livro que me tenha custado a ler, seja pelo tema ou pelo autor... como podem concluir, desde que não me apresentem histórias com pedofilia e/ou violência contra animais, leio praticamente tudo. A não ser que seja uma história simplesmente estúpida. Ou de Paulo Coelho.

E vocês, que livros vos exasperaram?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.