A Ler: A Guardiã, de António Parada - Sinopse [Chiado Editora]

novembro 10, 2014

A Guardiã
Título: A Guardiã
Autor: António Parada
Editora: Chiado Editora
Ano de Publicação: 2014
Número de Páginas: 542

Uma maquiavélica raça de alienígenas, dotada duma inigualável capacidade de metamorfose natural, com vista à adaptação a novos ambientes noutros planetas, acaba por desembocar na Terra, fugindo das Entidades. Estes últimos seres, também conhecidos como Grandes Engenheiros, são ancestrais e contemporâneos da criação do universo e aproveitam a sua antiguidade e experiência para fomentar, proteger e criar novos mundos destituídos de violência, que consideram avessa à expansão e desenvolvimento de novas formas de vida inteligente.
Porém, as demoníacas criaturas refugiam-se em Portugal onde rapidamente e de forma dissimulada conseguem criar as condições para se perpetuarem como espécie dominadora e, em simultâneo, dão início aos seus macabros rituais e caçadas. Quando o seu projecto estava prestes a tornar-se irreversível e imparável, acabam por se cruzar com Henrique, inspector da Polícia Judiciária, que, inexplicavelmente passa a ser atormentado por terríveis pesadelos e visões que retratam de forma dantesca alguns homicídios eminentes.

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2 comentários

  1. Olá,

    Espero que estejas a gostar, era capaz de experimentar :)

    Bjs

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    Respostas
    1. Sim migo, apesar de estar a ser uma leitura lenta e um pouco estranha, para já, estou a gostar!

      Experimenta!...

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.