World Wide Livro #27: Os Melhores de 2014 (versão Goodreads) - Pt. V

janeiro 31, 2015

Chegamos ao final de Janeiro, assim como ao WWL temática da escolha do Goodreads dos melhores do ano. Hoje trago-vos as últimas duas categorias que vos queria deixar, e espero pelas vossas respostas.

2014 Goodreads Choice Awards

Ficção YA

Quando Éramos Mentirosos

Quando Éramos Mentirosos de E. Lockhart ficou em primeiro lugar. A família Sinclair parece perfeita. Ninguém falha, levanta a voz ou cai no ridículo. Os Sinclair são atléticos, atraentes e felizes. A sua fortuna é antiga. Os seus verões são passados numa ilha privada, onde se reúnem todos os anos sem exceção. É sob o encantamento da ilha que Cadence, a mais jovem herdeira da fortuna familiar, comete um erro: apaixona-se desesperadamente. Cadence é brilhante, mas secretamente frágil e atormentada. Gat é determinado, mas abertamente impetuoso e inconveniente. A relação de ambos põe em causa as rígidas normas do clã. E isso simplesmente não pode acontecer. Os Sinclair parecem ter tudo. E têm, de facto. Têm segredos. Escondem tragédias. Vivem mentiras. E a maior de todas as mentiras é tão intolerável que não pode ser revelada. Nem mesmo a si. Uma história bastante comum, que não me parece que acrescente algo de novo ao que por aí anda que também merece ser lido. Nota 3.89.

Isla and the Happily Ever After (Anna and the French Kiss, #3)

Stephanie Perkins conseguiu o segundo lugar com o seu Isla and the Happily Ever After. A história faz-me ter arrepios de medo, só de pensar se realmente estaremos condenados a isto. É a história de um casal que não sabe se fica junto ou não. Suspiro... Nota GR 4.19.

Panic

Panic de Lauren Oliver conquistou o terceiro lugar, com uma história simples mas algo cativante. Um jogo - Panic - jogado por adolescentes que vai fazer com que um rapaz e uma rapariga se aproximem, se apaixonem, enquanto terríveis segredos (claro) se vão revelando. A componente do jogo foi o que mais me interessou, mas não me parece que a curiosidade seja assim tanta que me faça ler o livro. Nota no GR 3.57.

Fantasia e FC YA

A Cidade do Fogo Celestial (The Mortal Instruments, #6)

Cassandra Clare ganhou o primeiro lugar com A Cidade do Fogo Celestial. Nada a dizer, quero ler esta série e um dia hei-de fazê-lo (provavelmente quando passar de moda). A sinopse também está cheia de nomes novos e coisas assim, mas uma pesquisa do Google resume-vos tudo e faz milagres. Nota no GR 4.50.

Hollow City (Miss Peregrine's Peculiar Children, #2)

Hollow City de Ransom Riggs em segundo lugar. Sim, sim, sim! Estou ansiosa para ler o primeiro volume e, claro, o resto. Este livro é o seguimento do primeiro, e conta a viagem de Jacob e seus amigos para Londres. Nota 4.02.

Cress (The Lunar Chronicles, #3)

Cress, de Marissa Meyer, ficou em terceiro lugar. A sinopse parece-me tão confusa para quem não conhece os anteriores volumes da série que, para quem quiser, aconselho-vos a ver no GR por vocês próprios. Para mim, é um não. Nota no GR 4.48.

E assim chegou ao fim este WWL temático. Concordam com as escolhas feitas pelos utilizadores do Goodreads? Quais as vossas escolhas? Manifestem-se!

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2 comentários

  1. Olá,

    Não me posso pronunicar muito pois não li nenhum, apenas gostava de ler a Cassandra Clarke, vamos ver se consig :)

    Bjs e boas leituras

    ResponderEliminar

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.