Top Ten Tuesday #35

fevereiro 10, 2015

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10 coisas que gosto / não gosto quando chegam as partes românticas nos livros

Não gosto

1. Quando o discurso ou a descrição é melosa demais.
2. Quando é tudo cor-de-rosa e as coisas acontecem sempre de forma perfeita para o par romântico.
3. Quando se sabe o que vai acontecer no resto do livro todo (mesmo que ainda esteja na primeira página do primeiro capítulo, ou, pior, só de ler o título).
4. Quando é descrito demais, ou de menos. Não preciso de ser o colchão, mas saber apenas que deram um beijinho também é pouco.
5. Quando as personagens metem nojo desde o início do livro.

Gosto

6. Quando o romance é quase selvagem mas que nos permite sonhar e que nos arrepia.
7. Quando as personagens são tão bem construídas que nos apaixonamos por elas naquele momento.
8. Quando, de alguma forma, nos identificamos com os momentos e situações descritas e isso faz-nos sorrir.
9. Quando a personagem principal fica com alguém que não esperávamos, mas que secretamente até desejávamos.
10. Que seja romântico e bonito q.b.

Não sei se me foquei propriamente no que era pedido, mas deu para puxar um bocadinho pela cabeça, pois de facto nunca tinha pensado objectivamente no que me agrada e não me agrada nas partes fofinhas das histórias.

E vocês, o que gostam e o que não suportam?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.