A Ler: Edward Scissorhands Volume 1: Parts Unknown, de Kate Leth - Sinopse [ARC]

março 17, 2015

Edward Scissorhands Volume 1: Parts Unknown (Edward Scissorhands, #1)
Título: Edward Scissorhands Volume 1: Parts Unknown
Série: Edward Scissorhands
Autora: Kate Leth
Editora: IDW Publishing
Ano de Publicação: 2015
Número de Páginas: 124

An all-new adventure revisiting Edward Scissorhands' two decades after the end of the fan-favorite movie! In a castle just outside a sleepy suburban town, a brilliant inventor created Edward Scissorhands... but left him tragically unfinished. Two generations of exile have left Edward digging through abandoned experiments, but once he wakes up a creature left buried, he discovers he isn't the only one missing a vital piece. As Edward tries to fix a grave mistake, he comes face-to-face with a teenage girl who was sure he was only myth... despite the stories her grandmother told her about the man she could never touch.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.