Li até à Pág.100 #73

março 09, 2015

- Teias de Sonhos -


Primeira frase da página 100:
"- A mobília que a tua irmã comprou em teu nome."

Do que se trata o livro?
Este livro é a história da história. Permite-nos conhecer melhor algumas das personagens e mundos criados por Anne Bishop para a sua série Jóias Negras.

O que está achando até agora?
Está a corresponder exactamente ao que eu esperava. Simplesmente maravilhoso.

O que está achando do protagonista?
Tendo em conta que o livro ainda se vai debruçar mais pormenorizadamente noutros personagens, para já vou falar de Lucivar Yaslana. Por acaso foi uma das personagens que menos me cativou quando li a trilogia há alguns anos atrás, mas a verdade é que agora estou a gostar mais dele. Apesar de ainda não me ter conquistado a 100%, aos poucos e poucos vou gostando mais de si.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Claro que sim.

Última frase da página:
"Queria este móvel, mas não o podia comprar..."

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.