A Ler: O Diário Perdido de Don Juan, de Douglas Carlton Abrams [Sinopse]

maio 04, 2015

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Título: O Diário Perdido de Don Juan
Título Original: The Lost Diary of Don Juan
Autor: Douglas Carlton Abrams
Editora: Editorial Presença
Ano de Publicação: 2007
Páginas: 282

Eis que, mais de 400 anos depois, é agora publicado o diário, "guardado em segredo ao longo de dezenas de gerações", do maior sedutor da história. Estamos em Sevilha, em 1593, uma das cidades mais ricas, exuberantes e envolventes de toda a Europa, onde coexistiam apogeu e decadência, as maiores virtudes e os mais profundos medos. É aqui que vamos encontrar Don Juan Tenorio e acompanhar uma trajectória devotada ao prazer, à fruição e ao deleite dos sentidos, onde a sensualidade não é mais que uma forma de redenção e libertação. Na intimidade e nudez das páginas do seu diário, a voz de Don Juan emerge com inteligência e despudor, revelando-nos as Artes da Paixão e as suas conquistas mais ousadas, e levando-nos com ele na maior aventura da sua vida: apaixonar-se pela mulher que o fará esquecer todas as outras, conciliando por fim desejo e amor, carne e espírito. Mas irá ainda a tempo de evitar a ira dos seus maiores inimigos, entre eles da poderosa Inquisição. Emocionante como um thriller e arrebatadora como um romance histórico, esta é uma obra irresistível e um hino à liberdade individual e ao direito ao amor e à felicidade.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.