Top Ten Tuesday #45

julho 14, 2015

Imagem daqui

10 livros-sensação que nunca li

Da semana passada, mas bastante interessante!

1. As 50 Sombras de Grey. Já anteriormente falei aqui deste livro, não me vou estar a alongar nas minhas ideias sobre ele.
2. Qualquer um de John Green. De repente, toda a gente leu A Culpa é das Estrelas, e foi ver o filme, e chorou montes de baba e ranho. Não faz o meu estilo, portanto, provavelmente nunca o irei ler sequer.
3. Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins. Há imenso tempo que estes livros andavam no meu radar e, de um momento para o outro, já há filme e já toda a gente leu e eu pergunto-me em que universo é que isso aconteceu, pois eu não me apercebi de nada. Mas ainda os vou ler... um dia.
4. A Rapariga Que Roubava Livros, de Markus Zusak. Eu quero ler o livro, mas ainda não houve oportunidade. E, mais uma vez, já há tudo, e eu aqui na escuridão.
5. Qualquer livro de Cassandra Clare, ou da Veronica Roth, já agora. Tal como com os Hunger Games, já há bastante tempo que andava de volta destes livros, e tornaram-se grandes assim rapidinho. Eu continuo sem ler coisa nenhuma... mas ainda o irei fazer.

Não me recordo de mais nenhuma... Como provavelmente sabem, eu normalmente ando aquém dessas modas e dos livros sensação, lendo o que bem me apetece. Não sou de estar atenta às últimas novidades nem de entrar em contagem decrescente para o lançamento dos livros, portanto todo este fenómeno passa-me um bocadinho ao lado.

E vocês?

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2 comentários

  1. Olá Nádia :)

    (Sei que já há muito que não comentava, mas ando num modo e vida agitado)

    Em relação à tua lista... Bem, acabei de ler na semana passada o 50 sombras e não foi uma leitura tão má como eu esperava. Aliás até me diverti a ler aquilo, porque simplesmente me fez rir. Não é nenhuma obra prima da literatura, aliás está muito longe disso, porém serve um grande propósito: entretém e permite accionar o botão "off" do cérebro em relação aos problemas do dia-a-dia.
    Li o "A Culpa é das estrelas" e simplesmente não compreendo o porquê de tanto alarido e choradeira. Não gostei do livro. Se quiseres podes ver a minha opinião (http://por-detras-das-palavras.blogspot.pt/2015/01/opiniao-culpa-e-das-estrelas.html).
    "A Rapariga que roubava livros" é genial. Não esqueço a última frase do livro. Adorei e é um livro que quero reler ao longo da vida.

    Os outros que referes não me dizem absolutamente nada. Também não sou de modas. Leio o que a biblioteca me permite, uma vez que a minha carteira não é das recheadas, a biblioteca é o meu grande recurso.

    Boas leituras

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    1. Olá Silvana,

      Obrigada pela visita! Eu também não tenho andado muito por outros blogues, porque o tempo é curto, e na maior parte das vezes visito e nem comento... shame on me, eu sei :)

      Por acaso não frequento muito bibliotecas, mas novamente é por falta de tempo ou pela localização das mesmas. Sempre foi um sítio onde adoro ir e perder-me ^^

      Espero que esteja tudo bem contigo!

      Beijinhos e bom fim de semana

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.