[Divulgação] O Último Império, de Tiago Moita - 2ª Edição

fevereiro 15, 2016


E chega às livrarias a segunda edição de O Último Império, de Tiago Moita. Com uma capa mais harmoniosa e uma história muito bem conseguida, quem não pôs as mãos na primeira edição não pode deixar escapar esta.

Inês Maia, uma jovem estudante de Arqueologia, é confrontada com a notícia inesperada da morte do seu avô.
Quando regressa do funeral, recebe como herança um baú de brinquedos antigos com um livro misterioso que só ela é capaz de ler e a conduz para a aventura alucinante em busca de um dos maiores mitos da História de Portugal: O Quinto Império, o último Império da Humanidade. 
Um romance cheio de aventura, suspense e acção à volta de um conjunto de segredos sobre o passado, o presente e o futuro de Portugal e do mundo do terceiro milénio.
O que descobriram os Templários no Templo de Salomão? O que disse Jesus Cristo a Dom Afonso Henriques na batalha de Ourique? Porque razão Dom Sebastião foi para Alcácer-Quibir? Porque motivo foi julgado o Padre António Vieira? O que levou Aleister Crowley a encontrar-se com Fernando Pessoa? O que é o Clube Bilderberg? O que são crianças Índigo? Porque nasceu Portugal?

Podem ler a minha opinião aqui (já tem quase dois anos!) e ainda ler a entrevista ao autor aqui.
Mais recentemente, podem ouvir a emissão da Rádio Nova com a participação de Tiago Moita no programa Livro Aberto neste link.


You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.