Top Ten Tuesday #48

fevereiro 16, 2016

Imagem daqui

10 livros que pretendo ler em 2016

Apesar de este não ser o tema desta semana, e tendo em conta que ainda não vos disse nada em concreto sobre o que quero realmente ler... vamos a uma lista com os dez livros que não podem passar deste ano.

1. As Onze Mil Vergas, de Guillaume Apollinaire. Há já algum tempo que queria ler este livro e já o comecei, inclusive. Mas vou guardar as minhas considerações para quando escrever a sua opinião...

2. A Fazenda Blackwood, de Anne Rice. Queria acabar as Crónicas este ano e este é o volume em que fiquei parada.

3. Afinidade, de Sarah Waters. Encontrei este livro numa Feira do Livro e ando com bastante vontade de o ler, pois a minha experiência com a autora foi tão boa que estou ansiosa por mais.

4. A Luz, de Stephen King. Está parado na minha estante há tempo demais... e Stephen King é Stephen King.

5. A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera. Na verdade uma re-leitura, agora que finalmente tenho o livro.

6. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Outra re-leitura, mas já tenho saudades de o ler...

7. Carmilla, de Sheridan Le Fanu. Mais uma re-leitura, pois já nem me recordo da história em si.

8. A Vidente de Sevenwaters, de Juliet Marillier. Impossível continuar sem conhecer o resto de uma das melhores séries de todos os tempos.

9. Perfeitas, de Sara Shepard. A minha pequena obsessão com as Pretty Little Liars leva-me a querer devorar os livros...

10. Aliança das Trevas, de Anne Bishop. Outra série que simplesmente tenho de acabar de ler.

Já vai um bocadinho tarde, mas... aqui fica uma lista oficial :)

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.