Março!

março 01, 2016


A Primavera está aí à porta. Escrevo-vos com vista para a janela inundada de sol, e já cheira a flores e a sol quentinho. Confesso que não morro de amores por esta estação, mas acabo por gostar de todas, e estou ansiosa para começar a ver as flores todas a renascerem,

Março chegou e com ele uma série de datas para celebrar.

8 de Março - Dia da Mulher
19 de Março - Dia do Pai
27 de Março - Páscoa

O ideal era fazer um plano de leitura em que conseguisse ler um livro para cada data, não era? Hmmm... não. Também pensei nisso mas é-me impossível. Sendo assim, ontem entrei em modo brainstorming para trazer alguma coisa interessante aqui para o cantinho e acho, ou pelo menos espero que, gostem.

E ainda tenho de vos falar da minha ida ao Outlet do Livro! Pois é! 4 livrinhos :)

Quanto ao verdadeiro plano de leitura... Tenho muitos livros para ler, nem sei por onde começar. Para já, vou tentar mesmo comprometer-me com acabar O Violino, de Anne Rice, e Cabaret, de Lily Prior.

E vocês, têm algum desafio interessante para este novo mês?
Quais as vossas leituras?

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.