sexta-feira, 25 de março de 2016

TBR Friday #20

A Vidente de Sevenwaters (Sevenwaters, #5)
A Vidente de Sevenwaters, de Juliet Marillier

Sibeal sempre soube que estava destinada a uma vida espiritual e entregou-se de corpo e alma à sua vocação. Antes de cumprir os últimos votos para se tornar uma druidesa, Ciarán, o seu mestre, envia-a numa viagem de recreio à ilha de Inis Eala, para passar o Verão com as irmãs, Muirrin e Clodagh.
Sibeal ainda mal chegou a Inis Eala, quando uma insólita tempestade rebenta no mar, afundando um barco nórdico mesmo diante dos seus olhos. Apesar dos esforços, apenas dois sobreviventes são recolhidos da água. O dom da Visão conduz Sibeal ao terceiro náufrago, um homem a quem dá o nome de Ardal e cuja vida se sustém por um fio. Enquanto Ardal trava a sua dura batalha com a morte, um laço capaz de desafiar todas as convenções forma-se entre Sibeal e o jovem desconhecido.
A comunidade da ilha suspeita que algo de errado se passa com os três náufragos. A bela Svala é muda e perturbada. O vigoroso guerreiro Knut parece ter vergonha da sua enlutada mulher.
E Ardal tem um segredo de que não consegue lembrar-se - ou prefere não contar. Quando a incrível verdade vem à superfície, Sibeal vê-se envolvida numa perigosa demanda.
O desafio será uma viagem às profundezas do saber druídico, mas, também, aos abismos insondáveis do crescimento e da paixão. No fim, Sibeal terá de escolher - e essa escolha mudará a sua vida para sempre.

Histórias de Amor Eterno
Histórias de Amor Eterno

O amor é um tema constante nos contos vitorianos. É representado quer como a fonte de uma extrema felicidade individual quer como a causa de uma dolorosa separação. Nesta antologia privilegiamos contos em que o tema é a vitória do amor sobre a morte., «porque o amor é forte como a morte». Provoca humor, melodrama e subterfúgio, pisa áreas proibidas, conduz alternativamente a uma felicidade nunca sonhada ou ao desgosto e age como forma de consolidação social.

Como nos diz Shelley, «A vida, como uma cúpula de vidro multicolor, mancha a branca refulgência da Eternidade, até que a morte a esmaga em fragmentos…» Por outras palavras, os autores vitorianos aproveitaram o amor para nos presentearem com intensidade e brilho poético, uma melancolia que gera em nós intensos sentimentos perante o enigma do Além, pois o amor aspira a prolongar-se além da morte.

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