Top Ten Tuesday #50

março 01, 2016

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10 livros para ler quando te sentes...

Pois. Como terminar o tópico desta semana? Também não sei, apenas me sinto... indecisa quanto ao que escolher. Assim sendo, vamos à aventura. 10 livros escolhidos ao calhas da minha estante, para quando não se sabe o que ler a seguir. Vou munir-me do random.org e de umas viagens às estantes e vamos ver no que isto vai dar.

1. Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf. Nunca li, mas é uma autora que tenho curiosidade em conhecer.
A história é sobre o dia-a-dia de uma mulher, Clarissa Dalloway, pertecente à alta sociedade inglesa após a Primeira Guerra Mundial.

2. Daisy James, de Henry Miller. Nunca li, mas tenho vários livros do autor e quero muito ler.
A história é sobre um americano que conhece uma mulher, Daisy Miller, e a narrativa torna-se um verdadeiro estudo sobre o papel do homem e da mulher em vários contextos.

3. O Reinado do Amor, de Alice Lázaro. Já li e podem consultar a minha opinião aqui.
Não estamos apenas perante um maço de cartas escritas por D. Teresa de Melo à Rainha D. Maria I. Estamos perante um documento de valor histórico enorme, onde nada é deixado ao acaso (comentário meu).

4. A Arte da Guerra, de Sun Tzu. Nunca li, e não sei ao certo se o quero ler.
Trata-se de um livro útil para o homem de negócios, militar, ou para qualquer pessoa empenhada em vencer na vida (sinopse do Goodreads).

5. Contos Fantásticos, de Vários Autores. Já li, e podem consultar as opiniões aqui, aqui e aqui.
Uma carta encontrada no meio de memórias; um quarto assombrado; um talismã com a premissa de conceder três desejos.

6. O Último Adeus de Sherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle. Já li e podem consultar a minha opinião aqui.
São três contos sobre o famoso detective, não ligados entre si.

7. Contos de Terror e Arrepios, de Bram Stoker. Já li e podem consultar a minha opinião aqui.
Um conto sobre como uma criança vê um Gigante mortal a chegar à sua aldeia; um conto sobre a viagem de um homem numa noite; um conto sobre a estadia de um estudante na casa do juiz; um conto sobre a visita de um casal e o seu companheiro de viagem a Nuremberga.

8. A Vida é um Presente, de Maria de Villota. Já li e podem consultar a minha opinião aqui.
Estamos perante a biografia de Maria de Villota, piloto de Formula 1, e como a sua vida mudou depois de um terrível acidente durante uma sessão de treinos.

9. O Jardim das Sombras, de Mark Mills. Já li e podem consultar a minha opinião aqui.
A história é sobre um estudante universitário que ruma a Itália, apenas para se ver no meio de uma trama amorosa, secular, repleta de mistérios e sangue.

10. Jardins de Canela, de Shyam Selvadurai. Já li e podem consultar a minha opinião aqui.
Temos duas histórias distintas: Annalukshmi e a sua independência, numa altura em que as mulheres não estavam ao nível dos homens. Balendran e o seu terrível segredo, e a forma como isso moldou a sua vida (comentário meu).

E viva a aleatoriedade!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.