Top Ten Tuesday #52

março 22, 2016

Imagem daqui

10 livros que eu adorei e que raramente falo deles

1. A Insustentável Leveza do Ser
2. Os Livros de Vidro dos Devoradores de Sonhos
3. A Idade da Inocência
4. Filha da Noite
5. A Papisa Joana
6. Mistral's Kiss
7. A História de Lisey
8. Alera
9. O Olho do Mundo
10. Crónicas de Marlow

A Insustentável Leveza do SerOs Livros de Vidro dos Devoradores de SonhosA Idade da InocênciaFilha da NoiteA Papisa JoanaMistral's Kiss (Merry Gentry, #5)A História de LiseyAlera - A Princesa Herdeira (Alera, #1)O Olho do Mundo (A Roda do Tempo, #1)Crónicas de Marlow

Não que eu tenha adorado propriamente todos estes, mas gostei bastante desta pequena lista e é muito raro falar deles.

E vocês, houve algum livro que vos marcou mas que, por algum motivo, é raro falar dele?

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3 comentários

  1. É normal não falar tanto nos clássicos que gostei. Regra geral, fala-se de novas tendências.

    Ainda não li nada de King e de Kundera. Uma (quase) falha. É impossível ler tudo em tão pouco tempo.

    Começou ontem:
    http://crimeoucastigo.blogspot.pt/

    Boas leituras.

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    1. Olá João,

      Como eu te compreendo! Tomara haver tempo para tudo :)

      Obrigada pela visita ^_^

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.