Top Ten Tuesday #54

abril 12, 2016

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10 livros a ler por aqueles que julgam as histórias pelas capas

Vocês são como eu? Julgam um livro pela sua capa? Não consigo evitar - se gostar da capa, vou imediatamente ler a sinopse. Se não gostar... a não ser que me tenham aconselhado, é muito improvável que vá pegar no livro. Eu sei que não é justo, mas não consigo evitar. Vamos então a algum eye candy livrólico?

1. Gatos!! Que capa tão bonita. Sim, crazy cat lady em formação deste lado. Por acaso a história parece ser interessante.

2. Adoro arabescos pretos, adoro a forma como as árvores estão desenhadas, adoro o coração, adoro a mancha vermelha, a silhueta das pessoas... A história em si não me chama muito a atenção, mas, só pela capa, se calhar até lia.

3. Uma trilogia com capas lindas! E sim, a história, pelo menos do primeiro volume, parece-me bem interessante. Só mudaria a cor das linhas que rodeiam o título, seriam simplesmente pretas. De resto, capas perfeitas.

Haunted Lily: The Nightmare Ball
4. Não é uma capa arrebatadoramente bonita, mas gosto da caveira, gosto do espartilho como se fosse a caixa torácica, gosto, mais uma vez, dos arabescos nas margens. A história nem parece má de todo.

Haunted Legends
5. Tudo nesta capa cheira a histórias de terror! Sem dúvida, pegaria de imediato neste livro, sem pensar duas vezes. Tão promissor...

6. O fundo a lembrar um caderno de música, a escolha de cores, a silhueta de um soldado, possivelmente uma história durante a Segunda Guerra Mundial - ou assim o espero. (...) Depois de ler a sinopse, com muita pena pouso o livro, pois não é soldado nenhum, e a história não me interessa.

A Desconstrução de Mara Dyer (Mara Dyer, #1)A Evolução de Mara Dyer (Mara Dyer, #2)A Vingança de Mara Dyer (Mara Dyer, #3)
7. Capas bonitas! Elegantes e românticas... e uma história que eu quero mesmo, mesmo, mesmo ler.

A lista de Brett
8. A forma como as figuras estão desenhadas deixou-me curiosa e de certeza que ia pegar neste livro. As cores da capa... É muito bonita. Provavelmente torcia o nariz ao pegar pois parece-me algo cor-de-rosa demais, mas depois de ler a sinopse, definitivamente, é uma história que deve valer a pena.

O Pessegueiro
9. Mais uma capa linda!! Daquelas que nem se pensa duas vezes antes de pegar. A história parece bastante interessante também.

Eve & Adam (Eve & Adam, #1)
10. Não sei porquê, talvez porque algo me fez lembrar a história de Frankenstein? A maçã meia natural meia digital, o raio do trovão, o nome do livro... Uma capa muito interessante. A história é facilmente perceptível através da mensagem na capa, mas é também um livro a manter debaixo de olho.

Deixo-vos aqui então capas completamente aleatórias, e evitei autores que eu conheça precisamente por isso - se os conhecer, é meio caminho andado para pegar no livro. Tal como evitei clássicos - reedições belíssimas é o que não falta - e maior parte das capas YA, que costumam ser engraçadas. Conhecem algum destes livros? Aconselham?

E já agora, sofrem do mesmo mal que eu?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.