A Ler: A Fazenda Blackwood, de Anne Rice

julho 04, 2016

A Fazenda Blackwood (As Crônicas Vampirescas, #9)
Título: A Fazenda Blackwood
Título Original: Blackwood Farm
Série: Crónicas Vampirescas
Autora: Anne Rice
Editora: Rocco
Ano de Publicação: 2004
Número de Páginas: 540

Em 'A fazenda Blackwood', a história gira em torno de Tarquinn Blackwood, um jovem sedutor e excêntrico, único herdeiro de uma imensa propriedade que leva o nome de sua família e que é assombrada por fantasmas e outras criaturas. Entre as assombrações está Goblin, um espírito manipulador e poderoso que controla Tarquinn desde a infância e cujo poder e fúria se intensificam depois que o jovem é transformado em vampiro. Atormentado, Tarquinn decide procurar o célebre vampiro Lestat em Nova Orleans e pedir sua ajuda. A fim de que Lestat saiba como agir, o rapaz conta para ele a saga da família Blackwood, uma narrativa que leva o leitor da Nova Orleans dos dias de hoje até a antiga Pompéia, passando pela Nápoles do século XIX, em uma vertiginosa teia de traição, mistério e sangue. Neste livro, Anne Rice conta a história de um jovem em busca de sua verdadeira identidade. A escritora norte-americana mescla suspense, terror e erotismo, criando um inesquecível conto de mistério, luxúria e morte.

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.