A Ler: Visão de Prata, de Anne Bishop [Saída de Emergência]

agosto 09, 2016

Visão de Prata (The Others, #3)
Título: Visão de Prata
Título Original: Vision in Silver
Série: Os Outros #3
Autora: Anne Bishop
Editora: Saída de Emergência
Ano de Publicação: 2016
Número de Páginas: 480

Os Outros libertaram os cassandra sangue como forma de os proteger, não se apercebendo que as suas ações teriam consequências desastrosas.
Agora os videntes encontram-se em grande perigo e são presa fácil daqueles que procuram controlar os seus poderes divinatórios. Desesperado por respostas, Simon Wolfgard, um metamorfo líder entre os Outros, não tem outra escolha senão recorrer à ajuda da profetisa Meg Corbyn.
Meg ainda se encontra imersa no seu vício pela euforia que sente quando realiza profecias. Está ciente de que cada golpe da sua faca é um passo mais próximo da morte. Mas os Outros, bem como os humanos, precisam de respostas, e as suas visões são a única esperança para pôr fim ao conflito…

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.