Dewey's Read-a-Thon: Hours 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20 and 21

outubro 23, 2016

I just woke up. What a flop!

This was my first Dewey's since I started to work where I am now, and I've never been so tired as I am in the last few weeks. Also, it started at 1 p.m. for me in Portugal, so that means I woke up at 7 a.m. yesterday, worked until 2:30 p.m. and then I got home. My plan was to force myself awake a few more hours by cheering other readers and going through the challenges, but to no good. I just fell asleep somewhere between Hours 12 and 13, and I didn't even had the strength to get up around 6 a.m., first time I woke up - I just started to read again and fell asleep again. What a misery!

That means I am still stuck with Salem's Lot, yes. I wanted to read more, but I just can't.

I'll just check the challenges but I will probably not be doing anymore - I might actually take the last few hours to read. In the afternoon, I have a lot to do here, on my blog, so... time never seems to be enough!

dewey's 24 hour readathon

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.