Um Conto, Um Ponto #34: As Cordas de Itz'mucan, de Anton Stark

novembro 20, 2016

As Cordas de Itz'mucan
Título: As Cordas de Itz'mucan
Autor: Anton Stark
Editora: Smashwords
Ano de Publicação: 2014
Número de Páginas: 12

Um sonho, tão real quanto perigoso. Uma teoria, que pode explicar uma das verdades fundamentais do cosmos. Uma experiência para comprovar a ligação entre ambos. Acompanhe Toltep e o seu avô Hara'can enquanto ambos tentam comprovar a obscura teoria das Cordas de Itz'mucan.

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Ter contos de autores portugueses à mão vem sempre a calhar. Um bocadinho de tempo para matar e esta é a companhia ideal. Assim, este conto de Anton Stark entrou nas minhas leituras, tendo-me fascinado completamente.

No dia seguinte ainda falava deste conto! Sobretudo sobre a sua veracidade, que teorias apoiavam a tese mostrada pelo autor. Será que Anton Stark pegou em algo que é estudado por algumas correntes? Foi tudo da sua imaginação? Seja qual for o caso, são ambas hipóteses óptimas e só podiam resultar num conto tão bom. Apenas peca pois acaba por ser previsível, mas adorei, mesmo assim. Até o pormenor que me fez voltar ao início da história só para confirmar... sim, são iguais! Um detalhe muito bom.

As Cordas de Itz'mucan - recomendado! Do melhor que tenho lido nesta aventura tão longa, por vezes frustrante, que são os contos dos nossos autores. 

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2 comentários

  1. Humm tenho que ler entao ;) e é pequenino! Da p ler online n da??
    Maryredhair.blogspot.com

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    1. Sim! Acho que consegues ler online através do Smashwords.

      https://www.smashwords.com/books/view/460887

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.