Prendas! #1

dezembro 02, 2016


Wook.pt - A Magia da AutoestimaWook.pt - Só Nós Dois

Três escolhas simples para as mães de hoje em dia. A primeira sugestão, A Magia da Auto-Estima de Osho, seria algo que eu ofereceria à minha mãe, pois sei que ela gosta deste tipo de leituras. Quanto à escolha de Nicholas Sparks, Só Nós Dois, é para apelar ao lado romântico lamechas das nossas queridas mamãs. Quanto ao Dona Inês Contra o Esquecimento, parece-me uma boa aposta para qualquer mãe que adore ler.

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2 comentários

  1. E prendas para a mãe que não gosta de ler??
    Nunca sei o que oferecer à minha mãe no natal; era muito mais simples se ela partilhasse a minha paixão pelos livros!

    Beijinhos

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    1. Hehehehe :D Eu com a minha mãe é muito esquisito, ela nunca quer nada para a casa, e mesmo para ler é sempre um risco. Dei o exemplo do Osho pois sei que ela tem em casa livros dele, mas mesmo assim... Este Natal vou-lhe dar um cesto cheio de cremes e de miminhos para o corpo!

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.