Janeiro em Leituras

janeiro 31, 2017

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Uau! Janeiro passou a voar e com ele os livros. Não sei como me foi humanamente possível ler tanto com o tempo da treta que eu tenho, mas a verdade é que os dias passaram e as folhas também.

Os HóspedesA Senhora de Shalador (The Black Jewels #8)
Perfeitas (Pretty Little Liars, #3)Inacreditáveis (Pretty Little Liars, #4)Perversas (Pretty Little Liars, #5)

Acabei de ler Os Hóspedes, de Sarah Waters. Podem ler a minha opinião aqui. Foi uma leitura cinco estrelas - mas também não esperava menos da autora. Terminei também de ler A Senhora de Shalador, de Anne Bishop. Ainda não escrevi a opinião, pois o coração aperta ao pensar que estou a um livro de terminar esta fabulosa saga.
Assim de rajada, li três livros da série Pretty Little Liars, os volumes III, IV e V  - Perfeitas, Inacreditáveis e Perversas, respectivamente. Já só me falta escrever a opinião deste último, embora as outras duas ainda não tenham sido publicadas. Que série! Não se consegue ler pouco de uma só vez. É impossível!

Príncipe Lestat  (The Vampire Chronicles, #11)Destruidoras (Pretty Little Liars, #6)

Comecei a ler Princípe Lestat, de Anne Rice. Finalmente! Mas é uma leitura para aproveitar muito, muito, muito... pois ainda não há previsão do lançamento do último volume das Crónicas em Portugal. E, como não podia deixar de ser, também estou a ler o sexto volume das PLL, Destruidoras.

Como foram as vossas leituras de Janeiro? Foi um mês que ficou dentro das vossas expectativas ou aquém das mesmas? Digam-me tudo!

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0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.