[Maratonas Literárias] Carnaval-a-Thon: Ponto de Situação

fevereiro 20, 2017

Foto de Elsa Esteves.

No dia em que a maratona começou, eu não li nada do que tinha programado - aliás, até ao dia 19, não li nada do que me tinha comprometido. Por razões muito simples!

Dia 14, em que ia continuar a leitura de Príncipe Lestat, decidi dar uma vista de olhos a Corações na Escuridão e simplesmente devorei este livro, tendo-o lido numa questão de horas; o meu amado Lestat teve de ficar em lista de espera.
Nos restantes dias, como li apenas em formato digital, não queria deixar um livro que me está a ser tão querido e que é tão maravilhosamente brutal de lado - para os mais desatentos, Crooked Kingdom - portanto só quando acabei de ler o livro da Leigh Bardugo é que comecei com os restantes desafios.
Dia 19, acabei o Crooked Kingdom (como o meu coração sofre!!!) e comecei o Coraline, mas não consegui avançar muito na leitura. O final do livro da Leigh ainda pesa...

No entanto, como uma maratona não vive só de desafios mas também de muita leitura, aqui ficam as páginas até hoje:

Corações na Escuridão: comecei e terminei - 160 páginas
Crooked Kingdom: acabei de ler - 547 páginas (a aplicação que eu uso tem destas coisas, não sei como transforma 560 páginas em 1076. Eu sei que são formatos diferentes, mas mesmo assim... é quase o dobro!)

Coraline: 31 de 219 páginas

The Kitchen Boy: ainda por começar
Príncipe Lestat: ainda não continuei

Não vou contabilizar as páginas no seu total até porque, como podem ver, a aplicação que eu uso é, no mínimo, falaciosa 😆 Mas já dá para ter uma ideia!

Como está a correr o vosso Carnaval-a-Thon?
Boas leituras e divirtam-se!

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0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.