Top Ten Tuesday #64

fevereiro 07, 2017

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10 melhores livros de 2016

O TTT desta semana é, mais uma vez, diferente do que eu vos trago 😄 Mas, para alem de não gostar do tema escolhido, apercebi-me que ainda não tinha deixado os meus pareceres sobre o ano que passou. Pelo menos eu não me lembro de o ter feito! Em nenhuma ordem em particular... eis o meu top de leituras do ano que passou,

Harry Potter and the Cursed ChildSe Eu Ficar (Se Eu Ficar, #1)

1. Harry Potter and the Cursed Child, de J.K. Rowling. Foi um regressar a todo o mundo mágico de Harry Potter sob um novo prisma, com olhos de adulta. Acompanhado de todas as histórias do Pottermore, reler Harry Potter foi um regresso à infância delicioso.
2. Se Eu Ficar, de Gayle Forman. Eu gostei tanto deste livro que na semana passada comprei a sua edição física, assim como o segundo volume. É daqueles livros para reler uma série de vezes!

Six of Crows: Sangue e Mentiras (Six of Crows, #1)Dançando Sobre Vidro

3. Six of Crows - Sangue e Mentiras, de Leigh Bardugo. Foi a minha estreia com a autora e simplesmente adorei o mundo por si criado. A história é fenomenal e comecei na semana passada a ler a sua continuação.
4. Dançando Sobre Vidro, de Ka Hancock. Uma leitura muito emotiva e que me deixou em lágrimas com o seu final.

Trono de Vidro (Trono de Vidro, #1)Cântico de Sangue (As Crônicas Vampirescas, #10)

5. Trono de Vidro, de Sarah J. Maas. Uma escritora que entrou directamente para as minhas leituras obrigatórias, e Trono de Vidro foi mais uma prova do génio maravilhoso que a Sarah é. Chegou ontem o segundo volume desta magnífica série, e estou ansiosa para o devorar!
6. Cântico de Sangue, de Anne Rice. O final de uma era... sim, eu sei que continua - estou a ler a continuação agora! Mas leiam a minha opinião e vão perceber o porquê deste volume em específico ter entrado para este top.

Trocada (Trilogia Trylle #1)Dividida (Trylle Trilogy, #2)Iniciada (Trilogia Trylle, #3)
A Desconstrução de Mara Dyer (Mara Dyer, #1)A Evolução de Mara Dyer (Mara Dyer, #2)A Vingança de Mara Dyer (Mara Dyer, #3)

7. Trilogia Trylle, de Amanda Hocking. Lida de um só fôlego, numa leitura que me surpreendeu e à qual me rendi completamente. Gostei tanto!
8. Trilogia Mara Dyer, de Michelle Hodkin. Se a trilogia Trylle me surpreendeu, então esta marcou sem dúvida o ano. Amei, adorei, devorei, quero ler tudo outra vez, estou ansiosa que saia o novo livro da perspectiva de Noah.

Resultado de imagem para aliança das trevasA Vidente de Sevenwaters (Sevenwaters, #5)

Acham mesmo que eu ia deixar passar os melhores do ano sem o meu trio maravilha? Anne Bishop, Anne Rice e Juliet Marillier?

9. Aliança das Trevas, de Anne Bishop. Apesar de não ter sido o único livro que li da autora em 2016 - felizmente! -, foi o que mais gostei. Se calhar porque a minha ligação com o universo das Jóias é tão grande, não sei.
10. A Vidente de Sevenwaters, de Juliet Marillier. Simplesmente, Juliet Marillier.

Havia mais dois ou três que queriam estar aqui, mas ficam guardados no meu coração de leitora!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.