Dezembro

dezembro 01, 2017

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Dezembro, o meu mês favorito do ano, chegou, e com ele traz um mês inteiro de silêncio aqui no blogue. A última mensagem foi dia 1 de Novembro, em que eu estava super entusiasmada com o NaNo e outras maratonas, e a verdade é que o mês passou-se e nada aconteceu.

O NaNo, fiquei pelo caminho. Escrevi quase 25000 palavras, o que me deixa feliz de qualquer das formas, mas depois cansei-me. Cansei-me da obrigação de ter de escrever. Então deixei de o fazer - para o NaNo, para o Eu e o Bam, para tudo. É provável que retome em breve, já que não vou estar numa competição para isso.

A nível de leituras, exactamente a mesma coisa. O tempo a passar e o peso da Maratona Literária Outono Inverno começa a ficar mais forte. Eu sei que não sou obrigada a ler os vinte livros em mês e meio, mas tinha-me comprometido com isso e a pressão de o fazer deixou-me sem vontade nenhuma de ler.

Portanto, o mês de Novembro foi horrível.

Agora que já desabafei!

Como vocês se podem lembrar, o Eu e o Bam faz este mês 5 anos. São muitos anos! É meia década. Claro que podem esperar um passatempo bem bom e grande :D

Espero que Dezembro seja o mês ideal para terminar o vosso 2017 em grande.

Boas Leituras!

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1 comentários

  1. Espero que o teu mês de dezembro seja ótimo e cheio de coisas boas!

    O meu NaNo correu surpreendente bem, foi uma loucura. Consegui as 50 mil palavras, estou super contente comigo mesma. E acho que o hábito de escrever se enraizou porque continuo com vontade de escrever todos os dias. :)

    Beijinhos e boas leituras!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.