Top Ten Tuesday #70

janeiro 02, 2018

10 autores novos para mim que li em 2017

Assim de repente, não sei se consigo preencher esta lista, mas vamos vasculhar as minhas leituras do ano passado e ver o que encontramos.

Corações na Escuridão (Hearts in Darkness, #1)Os Últimos Dias dos RomanovJogador Nº 1Despertar (Once Upon a Time, #1)

1. Laura Kaye. Li dois livros da autora e apesar de fugirem um pouco ao que costumo ler, foram duas leituras agradáveis.
2. Robert Alexander. Adorei o livro sobre os Romanov e gostaria de ler mais deste autor.
3. Ernest Cline. Não foi uma leitura assim espectacular, mas provavelmente não volto a ler nada seu.
4. Odette Bean. Apesar de não estar na minha lista de prioridades, quero muito continuar a ler esta série, só que é escrita por outros autores. Portanto... não sei bem.

Ascensão (The Originals #1)ReiniciadosA Canção de TróiaAmor Impossível

5. Julie Plec. Quero muito ler o resto! Gostei bastante de conhecer a autora.
6. Teri Terry. Não desgostei dos livros, mas dificilmente voltarei a ler algo seu.
7. Colleen McCullough. Gostei menos do que pensava, mas mesmo assim gostava de ler mais livros seus.
8. E.L. Woods. Desconheço qualquer outro livro, mas também não me parece que vá voltar a ler.

Os 13 PorquêsOs Garotos Corvos (The Raven Cycle, #1)Almanova (Trilogia Incarnate, #1)Asylum (Asylum, #1)

9. Jay Asher. Achei piada ao livro, mas vocês sabem que eu sou verdadeiramente fã da série
10. Maggie Stiefvater. Apesar de não continuar a leitura desta série, ainda há alguns livros da autora que eu gostaria de ler no futuro.
11. Jodi Meadows. Dificilmente leio mais livros seus.
12. Madeleine Roux. Das maiores desilusões do ano passado, portanto não devo ler mais nada seu.

Estudos Sobre Veneno (As Lendas de Yelena Zaltana #1)Eu Estou Pensando Em Acabar Com TudoA Garota no TremAté o Fim do Mundo

13. Maria V. Snyder. Ansiosa para ler o resto da série!
14. Iain Reid. Meh... nem sei que dizer. Esperava algo mais, provavelmente não leio mais nada.
15. Paula Hawkins. Mais uma desilusão, e não devo ler mais nada da autora.
16. Tommy Wallach. Eu gostei muito do livro, mas não sei se leio mais algum livro seu.

Fragmentados (Unwind, #1)Gatos à SoltaFantasmas, Vampiros, Demônios e histórias de outros MonstrosA Condessa

17. Neal Shusterman. Gostei tanto, e espero continuar este ano a leitura.
18. Doreen Tovey. Que treta de livro... nunca mais.
19. Henry Alfred Bugalho. Estranhamente gostei e não me importava de ler mais livros seus.
20. Rebecca Johns. Apesar de ter gostado do livro, não devo ler mais nada seu.

Despertar (Crónicas Vampíricas, #1)11448729

21. L.J. Smith. Não é assim nada do outro mundo, mas vou continuar a ler a série.
22. James Finn Garner. Gostei do livro e da forma como o autor escreve, mas tendo em conta que é tão longe da minha zona de conforto, é pouco provável que volte a ler algo seu.

E assim de repente, eu a duvidar que preenchia as 10, acabei por fazer 22! Pensei cá para mim porque só escolher 10, quando posso falar deles todos? Tendo em conta que li 50 livros, pouco menos de metade foram autores novos... nada mau.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.