[Maratonas Literárias] 122 Dias #ML122dias

fevereiro 18, 2018

Apesar do meu falhanço meio que épico na Maratona Literário Outono|Inverno (muitos problemas pessoais), vamos ver se é desta que consigo cumprir uma destas maratonas brutais organizadas por estas meninas. Assim, sem mais demoras, hoje trago-vos o post de introdução com a TBR para a #ML122dias (e já vem tarde, tendo em conta que começou dia 10 😀).
Não vou tentar cumprir todos os desafios. Tenciono ler apenas livros físicos e que tenha cá em casa, para ir diminuindo a pilha. E ler em e-book é um filme, depois com a contagem de páginas e assim, portanto, com livros físicos, não há que enganar.


Esta é a Maratona Literária dos 122 dias! Iremos estar a cada livro e a cada dia mais perto do Verão, mas até lá... há muito para ler!
A ML decorre de 10 Fevereiro a 10 Junho, e estes são os desafios para os maratonistas literários superarem. Todos os desafios foram inspirados em datas comemorativas dos 122 dias!

Desafios

➢ Gerais

1. Carnaval – Ler um livro de um autor brasileiro
Lail-Ah - O Divórcio de Deus, de Hilton James Kutschka

2. Dia do Amor/Dia dos Namorados – Ler um Romance
Valete de Copas e Dama de Espadas, de Joanne Harris (comecei a ler a partir da páginas 324, logo faz um total de 52 páginas)

3. Ano Novo Chinês – Ler um livro de um autor chinês ou cuja história se desenrole na China
Eu não tinha nenhum em mente, até que encontrei nas estantes (já depois de tirar a fotografia e de ter a TBR decidida) dois que se passam na China. Outono em Pequim, de Boris Vian, e Fan Tan, de Marlon Brandon e Donald Cammel - mas não estão propriamente no meu topo de prioridades neste momento, portanto é pouco provável que vá cumprir este desafio.

4. Dia Europeu da Vítima de Crime – Ler um Policial
Vermelho como o Sangue, de Salla Simukka (12 páginas lidas)

5. Dia Internacional da Vida Selvagem – Ler um livro com um animal (não doméstico) na capa
Os Filhos de Anansi, de Neil Gaiman (há quem domestique aranhas tolinhos mas não há animal que me cause mais medo do que estas coisas)

6. Dia Internacional da Mulher – Ler um livro escrito por uma mulher
Margo, de Tarryn Fisher (288 páginas)

7. Dia Branco – Ler um livro de capa maioritariamente branca
Dragões de um Crespúculo de Outono, de Margaret Weis e Tracy Hickman

8. Dia do Pai – Ler um livro escrito por um autor masculino
O Último Lobisomem, de Glen Duncan

9. Dia Internacional do Livro Infantil/Dia Mundial da Criança – Ler um livro infantil, ou uma banda desenhada, ou mangá, ou edição ilustrada ou graphic novel
O Cão dos Baskervilles, de Sir Arthur Conan Doyle

10. Dia Internacional da Felicidade – Ler um livro de humor (cómico ou divertido)
Contos de Comédia Social, de vários autores. Sinceramente não sei se isto é válido para este desafio, mas tendo em conta que é um género que não costumo ler, não tenho nada em casa.

11. Dia Mundial da Poesia – Ler um livro de poesia
Dispenso

12. Dia do Livro Português/Dia do Autor Português – Ler um livro de um autor/autora português
Tenho um em mente mas ainda é um shot in the dark, portanto para já também vou passar esta categoria

13. Dia Mundial do Teatro – Ler um Livro de Teatro
Não

14. Dia das Mentiras – Ler um livro de Ficção Científica
À Boleia pela Galáxia, de Douglas Adams

15. Dia da Liberdade: 25 de Abril – Ler um livro português publicado na década de 70
Nope

16. Dia do Trabalhador – Ler um livro cujo protagonista tenha uma profissão que admires ou que gostaria de ter
Paranormalidade, de Kiersten White (a personagem principal trabalha para a Agência Internacional de Contenção Paranormal, how cool is that?)

17. Dia do Sol – Ler um livro que te faça lembrar o Verão
Um Beijo Inesquecível, de Teresa Medeiros

18. Dia da Europa – Ler um livro escrito por um autor europeu
Os Venenos da Coroa, de Maurice Druon, a partir da página 52 (é desta que acabo o livro!!)

19. Dia do Duende – Ler um livro de Fantasia
A Chama de Sevenwaters, de Juliet Marillier

20. Dia dos Irmãos – Ler um livro dividido em dois ou mais volumes (nota: para contar este desafio deves ler todos os volumes dessa obra)
A Cúpula, de Stephen King - ainda não sei se realmente o vou ler ou não, mas ou era isso ou era o Carnaval em Veneza, de Michelle Lovric, que seria uma re-leitura, e ainda não estou pronta para re-leituras... mas vamos ver os próximos meses, posso mesmo pegar nos dois volumes maravilhosos da Lovric!

➢ Extra

1. Carnaval – Tirar uma foto mascarada ou com mascarados e o livro que está a ler no momento.
A modos que não. Nem acho piada ao Carnaval.

2. Páscoa – Tirar uma foto do livro que estão a ler, rodeado de chocolates.
Nom nom nom! Este ñão posso falhar.

3. Dia Mundial do Livro – Procurar nos blogues literários um post sobre um livro que tenha lido e comentar esse post com a sua opinião sobre o livro.
Em breve 😄

4 – A REVELAR ...
5 – A REVELAR ...

Foto de Nádia Batista.

E pronto, é esta a minha TBR - não tão ambiciosa quanto isso - para a ML122dias. Já leram algum destes livros?
Vou tentar fazer um post de actualização pelo menos uma vez por mês, mas entretanto sigam a minha e a participação dos outros leitores no grupo do Facebook aqui.

Total: 352 páginas

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.