Top Ten Tuesday #72

fevereiro 27, 2018


10 livros que poderia reler para sempre

Há dois livros que me saltam automaticamente à memória:

1. A Filha da Floresta, de Juliet Marillier
2. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

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Depois, há aqueles que já reli algumas vezes:

3. Dezanove Minutos, de Jodi Picoult
4. Carnaval em Veneza, de Michelle Lovric
5. A Gárgula, de Andrew Davidson
6. Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling
7. O Segredo de Shakespeare, de Jennifer Lee Carrell
8. Filha da Noite, de Marion Zimmer Bradley

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Por fim, há alguns que tenho mesmo de reler:

9. Os Livros de Vidro dos Devoradores de Sonhos, de Gordon Dahlquist
10. A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera

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Sei que fugi um bocadinho ao tema, mas a minha perspectiva em relação a releituras mudou bastante nos últimos anos - antigamente era algo que fazia com mais frequência (nota-se) por uma questão de não ter mais o que ler, e agora, felizmente, que tenho mais poder para comprar livros, acabo por não querer desperdiçar tempo numa leitura antiga quando há tanta coisa nova por ler.

Acho que isto será sempre um dilema!

E vocês, quais são as vossas escolhas?

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2 comentários

  1. O Retrato de Dorian Grey é leitura e releitura obrigatória. E preciso mesmo de ler A Filha da Floresta, ainda por cima a Planeta Editora já lançou o segundo volume :D

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    1. Já tenho saudades de ler O Retrato de Dorian Gray :( A Filha da Floresta é aquela coisa <3 mas acho as primeiras edições bem mais bonitas!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.