[Maratonas Literárias] Read-o-Rama Round 9 | Wrap Up!

março 11, 2018

Read-O-Rama

E acabou! A minha primeira participação no Read-o-Rama, que já conta com a nona edição, correu bem melhor do que pensava. Provavelmente ajudou eu ter estado desde Sábado até Quarta sem internet nem televisão, mas pronto... não me arrependo de nada 😀

Acabei por conseguir adicionar mais um livro à TBR inicial e incluí-lo num dos desafios, portanto, melhor do que isto... só mesmo se tivesse lido os 7 livros.

Então:

Simon Vs. A Agenda Homo Sapiens, de Becky Albertalli
➤ Desafio LGBT ✔
➤ Desafio lançado na Primavera ✔

Tash e Tolstoi, de Kathryn Ormsbee
➤ Desafio escolha dos hosts ✔

A Árvore da Mentira, de Frances Hardinge
➤ Desafio letras R A M A ✔

Paranormalidade, de Kiersten White
➤ Desafio novo autor ✔

Simon vs. a Agenda Homo SapiensTash e TolstóiÁrvore da mentiraParanormalidade (Paranormalcy, #1)

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0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.