[Maratonas Literárias] Unslump-a-Thon | Wrap Up

abril 10, 2018

A Unslump-a-Thon já lá era mas os meus resultados não foram maus... foram péssimos. Durante este período de tempo li muito pouco, não devido a uma slump mas sim por outros motivos. O que interessa é que nem um livro terminei! Caso tenham perdido, podem ler o post de apresentação aqui.

Resultados:

A Garota Que Bebeu A Lua
A Garota que Bebeu a Lua, de Kelly Barnhill - 75 páginas

Esqueci-me completamente do desafio da bebida quente e acabei por ler páginas de outros livros que não podiam fazer parte de nenhuma das categorias dadas. Enfim!

Confesso que o meu resultado miserável me deixa um pouco triste, mas a verdade é que não consegui ler mais. Por vezes por culpa minha, mas no geral o tempo e disposição para a leitura não foram muito grandes e pronto... bola para a frente, que este mês ainda há mais coisas para acontecer e mais páginas para ler! 

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.