Top Ten Tuesday #76

abril 17, 2018


10 últimos livros que se juntaram à minha TBR

O tópico desta semana é livre e decidi trazer-vos as mais recentes adições à minha lista de TBR que, tal como muitas outras, nunca acaba. Não inclui nesta lista os livros que fazem parte das TBR's de Maratonas, pois esses tenciono de facto ler num futuro próximo.

UnhasSea WitchCanção do Cuco

1. Unhas, de Paulo Wainberg. Algo neste livro deixou-me extremamente enojada e fascinada, tudo ao mesmo tempo.
2. Sea Witch, de Sarah Henning. A capa é muito bonita e gostei da história das sereias.
3. Canção do Cuco, de Frances Hardinge. Mais uma capa bonita e uma sinopse brutal.

Bad MommyUnSouled (Unwind, #3)Conflito (Crónicas Vampíricas, #2)

4. Bad Mommy, de Tarryn Fisher. Encontrei-o durante a leitura de Margo e quis imediatamente ler.
5. Unsouled, de Neal Shusterman. O terceiro volume da Unwind Dystology e próximo na lista.
6. Conflito, de L.J. Smith. O segundo volume da série que eu quero continuar a ler.

The GatekeepersA Court of Wings and Ruin (A Court of Thorns and Roses, #3)A garota-corvoMy Best Friend's Exorcism

7. The Gatekeepers, de Jen Lancaster. Sinceramente nem me lembro do porquê de estar na TBR, e depois de ler a sinopse apenas posso presumir que foi a culpada.
8. A Court of Wings and Ruin, de Sarah J Maas. Estou ansiosa por continuar a série.
9. A Garota-Corvo, de Erik Axl Sund. Mais um que não me lembro o porquê... provavelmente, por ser no Norte da Europa e envolver um serial killer.
10. My Best Friend's Exorcist, de Grady Hendrix. Este livro é a minha cara e há muito que ando a adiar a sua leitura, mas não deve passar deste ano.

Já leram algum destes livros?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.