50 Livros que toda a gente devia ler

janeiro 10, 2013


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Título pretensioso, eu sei. Mas primeiro, não é meu! E segundo, isto foi uma pesquisa que fiz e encontrei esta pequena lista, para constatar algo triste... Desta lista (que me parece razoável), apenas li... UM livro, que foi o 1984, de George Orwell. E mesmo esse, já foi há tantos anos que nem sequer me lembro do que se trata e do que se passa... apenas me lembro que na altura gostei! Lista extraída daqui.

- Guerra e Paz, de Lev Tolstói
- Ficções, de Jorge Luis Borges
- Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski
- As Elegias de Duíno, de Rainer Maria Rilke
- Ulisses, de James Joyce
- À Espera de Godot, de Samuel Beckett
- Macbeth, de William Shakespeare
- Os Miseráveis, de Victor Hugo
- A República, de Platão
- O Coração das Trevas, de Joseph Conrad
- O Homem Sem Qualidades, de Robert Musil
- O Processo, de Franz Kafka
- Madame Bovary, de Gustave Flaubert 
- A Vida e Opiniões de Tristram Shandy, Laurence Sterne
- A Vida Modo de Usar, de Georges Perec
- Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
- O Ofício de Viver, de Cesare Pavesse
- A Montanha Mágica, de Thomas Mann
- O Retrato de uma Senhora, de Henry James
- Lolita, de Vladimir Nabokov
- Rayuela - O Jogo do Mundo, de Julio Cortázar
- Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust
- Moby Dick, de Herman Melville
- Se isto é um Homem, de Primo Levi
- O Vermelho e o Negro, de Stendhal
- O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
- Ensaios, de Michel de Montaigne
- Poeta em Nova Iorque, de Federico Garcia Lorca
- Austerlitz, de W. G. Sebald
- As Aventuras de Augie March, de Saul Bellow
- 1984, de George Orwell
- A Terra Sem Vida, de T. S. Elliot
- Os Maias, de Eça de Queiroz
- As Ondas, de Virginia Woolf
- Dom Quixote de la Mancha, de Cervantes
- Poesia, de Giuseppe Ungaretti
- Poesia, de Álvaro de Campos
- Confissões, de Santo Agostinho
- Auto-de-Fé, de Elias Canetti
- O Som e a Fúria, de William Faulkner
- Debaixo do Vulcão, de Malcolm Lowry
- O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë
- O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago
- Os Detectives Selvagens, de Roberto Bolaño
- Cândido ou o Optimismo, de Voltaire
- Submundo, de Don Delillo
- Odisseia, de Homero
- A Divina Comédia, de Dante Alighieri
- Quando Tudo se Desmorona, de Chinua Achebe
- Obra Poética, de Sophia de Mello Breyner Andresen

Será que algum destes vai constar do Desafio Literário a que me propus este ano? Hmmmmm...

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1 comentários

  1. Já li 13 (e não podemos esquecer que alguns deles como Marcel Proust são constituídos por vários volumes, este caso específico, 7). E já iniciei muitos outros, só que já não recordo a história, nem sei se os abandonei por serem demasiado eruditos ou por não terem sido bem escolhidos para ler naquele momento.

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.