O Natal de um Predador da Noite, de Sherrilyn Kenyon

janeiro 21, 2013



Um Natal com um sabor amargo para James Gallagher, que vê nesta noite reflectida a saudade imensa que sente pelo seu tempo humano e, sobretudo, pela sua amada, Rosalie. Como se não bastasse, cruza-se com a sua bisneta, o que o faz rodopiar entre um passado e um presente inconciliáveis.
(sinopse feita por mim, não encontrei em nenhum lado!)

Depois de ter formatado o computador e ontem ter ficado sem acesso à internet até hoje, aproveitei o tempo para ler qualquer coisinha que tivesse aqui no computador. Optei por este conto de Sherrilyn Kenyon, um conto que podem adquirir gratuitamente neste link da Saída de Emergência.

Este livro não me apaixonou completamente, mas achei interessante e engraçada as raças descritas. Confesso que não conhecia a autora, e esta primeira abordagem deixou-me curiosa em relação à restante obra. Se bem que não nos traz um universo diferente ao que já podemos estar habituados, tal como referi antes, as raças estão curiosamente caracterizadas:


"Passava pouco do anoitecer e era véspera de Natal. O clã dos ursos enchia, lentamente, o andar térreo e reunia-se nas duas salas de estar principais, onde se encontravam dois pinheiros de três metros e meio. Gallagher afastou-se, observando todos os Katagaria e Arcadianos, que faziam da residência Peltier a sua casa, reunirem-se para a celebração que se aproximava. As pequenas crias de urso trepavam por cima dos presentes e tentavam comer e subir pelas árvores, enquanto os seus pais e mães, em forma humana para que Gallagher se sentisse mais em casa, as puxavam para trás. Justin Portakalian desceu, na sua forma de pantera, e pegou numa das crias mais pequenas pelo cachaço, fazendo-a depois rebolar alegremente pelo chão. Era a reunião de Natal mais bizarra que Gallagher alguma vez tinha visto nos seus cento e tal anos de vida."

Se tentarmos imaginar isto, é sem dúvida divertido!

Concluindo, é um bom conto, está bem escrito e num universo incrivelmente abarrotado ainda consegue surpreender-nos pela positiva.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.