[Desafio Literário G] Oscar Wilde e os Crimes à Luz das Velas, de Gyles Brandreth

fevereiro 14, 2013


Título: Oscar Wilde e os Crimes à Luz das Velas
Autor: Gyles Brandreth
Editora: Publicações Europa-América
Páginas: 264


"Londres, 1889. Oscar Wilde, o famoso poeta, dramaturgo e contador de histórias, é o maior êxito literário da sua época. A Europa inteira rende-se a seus pés. No entanto, quando encontra o cadáver de Billy Wood, um rapaz de dezasseis anos, prostrado à luz das velas num quarto escuro e sufocante de um primeiro andar, não consegue ignorar o brutal homicídio. Com a ajuda do seu amigo e escritor Arthur Conan Doyle, dispõe-se a resolver o crime.
Do submundo do crime, passando pelo meio boémio, até às grandes festas da sociedade vitoriana, Wilde e Conan Doyle terão de decifrar o mistério que envolve esta série de mortes bizarras e aparentemente inexplicáveis."

Decidi reler este livro para o Desafio Literário com a letra G. Já li este livro há algum tempo, e continua a ser um livro que me é muito querido. Primeiro, antes de mais E suficiente, tem Oscar Wilde na capa. Só isso já me faz ler o livro. Depois encontramo-nos com Sir Arthur Conan Doyle. E ainda se fala no Jack, o Estripador... e um assassínio macabro? Este livro tem tudo para me agradar! Não me lembro da história, nem de quem mata quem ou quem faz o quê, mas assim que acabar de o ler dou aqui a opinião.



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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.