Livros para o S. Valentim

fevereiro 14, 2013



Andava à procura de livros alusivos a esta data para ler, e como encontrei algumas coisas interessantes, decidi partilhá-las aqui no cantinho convosco!

Orgulho e Preconceito – Jane Austen

Orgulho e Preconceito, de Jane Austen


Dolci di Love, de Sarah-Kate Lynch





Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco

O Diário da Nossa Paixão – Nicholas Sparks

O Diário da Nossa Paixão, de Nicholas Sparks

366 Poemas que Falam de Amor – Vasco Graça Moura

366 Poemas que Falam de Amor, de Vasco Graça Moura

O Amor nos Tempos de Cólera – Gabriel García Márquez

O Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez

O Monte dos Vendavais – Emily Brontë

O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë

P.S. – Eu Amo-te – Cecelia Ahern

P.S. - Eu Amo-te, de Cecelia Ahern

Jane Eyre – Charlotte Brontë

Jane Eyre, de Charlotte Brontë




Sussurros Ousados, de Emma Wildes


Sonhos Proibidos, de Lesley Pearse

E para os mais pequeninos, fica aqui também a sugestão!





You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.