A Ler: O Último Império, de Tiago Moita (pela Chiado)

março 11, 2013

O Último Império

Título: O Último Império
Autor: Tiago Moita
Editora: Chiado Editora
Ano de Publicação: 2012
Número de Páginas: 658


"Inês Maia, uma jovem estudante de Arqueologia, é confrontada com a notícia inesperada da morte do seu avô.
Quando regressa do funeral, recebe como herança um baú de brinquedos antigos com um livro misterioso que só ela é capaz de ler e a conduz para a aventura alucinante em busca de um dos maiores mitos da História de Portugal: O Quinto Império, o último Império da Humanidade. 
Um romance cheio de aventura, suspense e acção à volta de um conjunto de segredos sobre o passado, o presente e o futuro de Portugal e do mundo do terceiro milénio.

O que descobriram os Templários no Templo de Salomão?
O que disse Jesus Cristo a Dom Afonso Henriques na batalha de Ourique?
Porque razão Dom Sebastião foi para Alcácer-Quibir?
Porque motivo foi julgado o Padre António Vieira?
O que levou Aleister Crowley a encontrar-se com Fernando Pessoa?
O que é o Clube Bilderberg?
O que são crianças Índigo?
Porque nasceu Portugal?"

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1 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.